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quero deixar registrado q este eflog será composto por: imagens, fotos,poesias e textos góticos, romanticos e afins. Deixarei aqui para todas as pessoas q gostem ou tenham curiosidades sobre o assunto. Espero q curtam... Welcome and enjoy it!!!!


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Sub-cultura Gótica Origens, influências e consolidação

Postada em: 05, Maio 2008 - 16:26:39

Introdução

• Gótico: apenas uma palavra
Ao longo dos anos, o termo gótico foi usado como adjetivo e
classificação de várias expressões artísticas, estéticas e comportamentais. Mas, em sua maioria, estas classificações não
possuem nenhuma relação com o significado primitivo da palavra.
O termo Gótico, que originalmente significa apenas relativo a Godos ou proveniente deles, foi usado a partir do início da Renascença, para designar de forma depreciativa a produção cultural ocorrida entre os séculos XII e XV e posteriormente de toda Idade Média, a qual foi associado o conceito de Idade das Trevas, em oposição à nova Idade da Razão ou da Luz: o iluminismo (XVII e XVIII).

Mas nos séculos XVIII e XIX,por exemplo, gótico foi associado ao período medieval e aplicado à Literatura. Além disso, o termo Goticismo tem origem inglesa,Gothicism, e relaciona-se apenas à Literatura. Em 1979 o termo gótico já foi utilizado para designar o movimento sócio-cultural que se constituía e se consolidaria poucos anos depois.

Mas, a sub-cultura gótica/darkwave não possui nenhuma relação com os Godos, como a própria “arte gótica” (entre os séculos XII e XV) não possui. Portanto, em uma de suas primeiras aplicações, a palavra Gótico já foi usada com um sentido que não corresponde ao original, e torna-se nítida a diversidade de significados que esta palavra traz em si.

• A sub-cultura Gótica/Darkwave
A sub-cultura gótica (relacionada a Darkwave a ponto de ser assim
chamada por alguns) como conhecemos atualmente, é um contexto
artístico e comportamental que inclui literatura, música, cinema, artes plásticas e vestuário (entre outros), de forma que um elemento enriqueça o outro e multiplique-se.

Pode-se dizer que sua origem ocorreu nos primeiros anos da década de 1980, mas suas influências iniciam com o Romantismo do século XIX e passam pelo Modernismo, com o Impressionismo, Expressionismo e Surrealismo e Cabaret Culture, do século seguinte. Porém, a Geração Beatnick, inspirada na boêmia moderna, filosófica e artística francesa, e partir de 1950 pelos escritores Beats dos Estados Unidos pouco tempo depois, é a influência mais recente e significativa da sub-cultura gótica/
darkwave.

No final da década de 60, os beatnicks se diluíram e formaram
ramificações como o movimento Punk e Glam da década de 70. A
música de artistas como David Bowie e Velvet Underground, referências do Glam e do Punk, trouxeram vários elementos da cultura beatnick, como a prosa e a poesia. Portanto, o Glam e o Punk foram influenciados pela Cultura Beatnick, mas também foram determinantes nas características da sub-cultura gótica.

Mas todas essas tendências que influenciaram e compuseram a sub-
cultura gótica, desde o Romantismo até as mais recentes, são
apropriações e releituras através de abordagens distintas, muitas
vezes, de forma alegórica e metafórica. As transições entre uma e outra, ocorrem sem rompimentos bruscos, de forma que as tendências posteriores resgatem elementos primitivos e somem-se aos seguintes.

É importante salientar que os fatores que definem uma corrente
artística, filosófica ou apenas comportamental, não são apenas os temas adotados, mas principalmente a abordagem, ou a forma como os temas são trabalhados e expostos.

A sub-cultura gótica/darkwave, não se baseia apenas em alguns temas específicos, mas principalmente, em uma abordagem própria. Para que possamos compreender com mais clareza as características principais que compõem a sub-cultura gótica, desde o uso do termo gótico até as influências culturais e comportamentais mais presentes, é necessário recapitular alguns pontos.

A Baixa Idade Média
O período da Idade Média, compreendido entre os séculos V e XV,
divide-se em dois sub-períodos: Alta Idade Média (V à X) e Baixa Idade Média (X até o século XV). É no início da Baixa Idade Média, na França, que surge a Arte Cristã ou Opus Francigenarum (obra francesa), que, aos poucos, substituiria o estilo românico e futuramente, no período da Renascença, passaria a ser conhecida, pejorativamente, como Arte Gótica.

O Teocentrismo, baseado na concepção de que Deus é o centro do
universo, foi a corrente de pensamento predominante no período
medieval. Assim, a Igreja Católica, responsável pela “educação
espiritual” dos homens, consolidou-se como a principal autoridade. O poder econômico e político, e as influências sobre as ciências e artes, subordinavam reinados ao comando do clérigo.

Era a Igreja quem ditava os rumos que a ciência deveria seguir, quem dirigia os exércitos e proclamava as leis. Além disso, a peste negra do século XIV, a exploração do feudalismo e a imutável hierarquia social contribuíram para a criação de uma situação calamitosa no fim do século XV. No século seguinte haveria o início de uma reação em todos os níveis, pois a Baixa Idade Média já é transição sócio-econômica para o Renascimento.


A Renascença e a Idade das Trevas
O período iniciado a partir do século XV (apesar de iniciar em épocas diferentes em cada lugar e ter varias fases) conhecido como Renascença, que surgiu na Itália e distribui-se gradativamente por outras regiões do continente europeu, consolidou uma idéia de ressurreição nas artes e na ciência baseadas no resgate da Antiguidade clássica greco-romana.

Além de inovações nos aspectos políticos e sociais e avanços técnicos e científicos, foi na Renascença que outros continentes foram descobertos através da navegação, que nasceu a imprensa e inventou-se a bússola.

Foi neste período que o alemão Martinho Luthero deu início à Reforma Protestante; que Michelangelo pintou a Capela Sistina; que Copérnico escreveu De Revolutionibus Orbium, entre outros.
Os renascentistas acreditavam que a arte clássica greco-romana, que admiravam e buscavam reviver, havia sido denegrida na Idade Média pelos cristãos e, que a Igreja, através do poder exercido pelos dogmas religiosos, vetava os avanços tecnológicos e condicionava a produção artística. Neste contexto renascentista inclui-se também uma forte oposição ao Clero, embutida no Antropocentrismo, corrente filosófica na qual o homem é o centro do universo e, naturalmente, oposta ao Teocentrismo medieval.

Dessa forma, mesmo sendo considerada uma etapa evolutiva do período medieval, a Renascença desprezava a cultura da Idade Média.

Assim, grande parte da arte produzida na Idade Média, como a
arquitetura, escultura e pintura, foi classificadas como “gótica”, em alusão ao Godos, povo germânico que invadiu o império romano a partir do século III.

Esta classificação tinha a clara intenção de denegrir a produção
artística medieval, por considerá-la “bárbara”, “rude”, “grosseira”, “exagerada”; ou seja, com os mesmos adjetivos que caracterizavam os Godos.

Assim, a civilização dos Godos, que havia sido diluída no século VIII, portanto, 700 anos antes da Renascença, tornou-se um “bode-
expiatório” dos renascentistas e a própria palavra Gótico teve seu
sentido ampliado, podendo ser compreendido como sinônimo de
bárbaro ou vulgar. Ainda, ao longo dos anos, a Idade Média iria tornar-se conhecida como Idade das Trevas, Noite da Humanidade, entre outros.

Racionalismo, Iluminismo e Revoluções
Personagens como René Descartes, John Locke, Pascal e Newton
figuraram no século XVII. O Racionalismo, baseado no conceito de que apenas a Razão (raciocínio lógico) seria suficiente para o
desenvolvimento da humanidade, e o Humanismo, resgatando os
filósofos da Antiguidade, eram as correntes que influenciavam as artes e as ciências. No panorama artístico, a arquitetura, escultura e pintura, destacaram o Classicismo e o Barroco.

Em meados do século XVII surge Iluminismo - tendo seu apogeu no século XVIII - que de certo modo, é herdeiro dos conceitos
racionalistas e humanistas dos séculos anteriores aliado a uma maior liberdade de expressão individual. É o movimento iluminista que proclama o início de uma “era de luz” para a humanidade e um dos impulsionadores do capitalismo, além de tornar-se uma das principais referências na arte.

Neste momento, surge na Inglaterra e alastra-se pela Europa, um
fenômeno sócio-político que seria conhecido como a 1ª Revolução
Industrial. Ainda, desenvolve-se o Liberalismo político/econômico e consolida-se o capitalismo. Assim, o século XVIII torna-se conhecido como o “Século das Luzes”. Porém, todas essas mudanças bruscas trazem efeitos colaterais no âmbito social.

Os avanços tecnológicos que proporcionaram a Revolução Industrial deram início a uma urbanização desenfreada e sem planejamentos com a migração do homem do campo para as áreas centrais, que resultaram em cidades sem infra-estrutura social e administrativa. As jornadas de trabalho tornam-se muito extensas e o valor da mão-de-obra era irrisório. Iniciam-se reações violentas por parte dos trabalhadores explorados e desempregados. Em algumas regiões, o número do crescimento populacional quadruplica. Em Paris, 25% da população é constituída por mendigos. Surgem as epidemias de tifo, cólera e tuberculose. Por outro lado, nascem os conceitos de capitalismo e a classe burguesa.
No final deste século ocorre a Revolução Francesa (1789), que marca o início da era contemporânea. Baseadas em conceitos do Iluminismo, no século XVIII se desenvolvem as idéias republicanas, postas em prática também na Independência dos Estados Unidos, em 1777. No Brasil estas idéias também chegaram na mesma época, mas a nossa tentativa de independência, a Inconfidência Mineira, é abortada em 1789.

O quadro de miséria e desigualdade criado na Europa gerou uma
insatisfação social e resultou num processo de regressão que buscava os ideais medievais ignorados pela Renascença. Inicialmente, essa tendência desenvolvia-se apenas no sentimento e comportamento coletivo. Porém, logo passou a designar um rumo artístico e uma nova visão do mundo centrada no indivíduo. A partir desta nova concepção iniciou-se o período do Romantismo.


O Romantismo
O Romantismo é um período cultural que se inicia na Europa no final do século XVIII, estendendo-se e desenvolvendo-se por outras partes do globo até o final do século XIX. Pode-se considerar que seu início ocorreu na Itália, Inglaterra e Alemanha (na Alemanha conhecido como Sturm und Drang - Tempestade e ímpeto). Porém, foi na França que o romantismo intensificou-se mais do que em qualquer outra nação. Foi através dos artistas franceses que os ideais românticos se solidificaram pela Europa e América. Sob o aspecto ideológico, o Romantismo pode ser considerado uma reação ao iluminismo e racionalismo do período anterior.

As principais características do Romantismo são a valorização das
emoções em temas que recorrem à religião, nacionalismo, amor,
individualismo e subjetivismo, desenvolvidos a partir da originalidade e liberdade criativa do artista. Na pintura, o francês Delacroix e o espanhol Francisco Goya são os maiores representantes. Na música, ocorre a potencialização da expressão individual através de temas folclóricos e nacionalistas. Neste período romântico da música, destacam-se as últimas obras de Beethoven além das composições de Wagner, Chopin e Schumann, entre outros. Mas foi através da Literatura que o Romantismo
teve suas expressões mais intensas e solidificou sua identidade.

• Romantismo Literário e Gothic Novel
A obra do escritor alemão Goethe, Os Sofrimentos do Jovem Werther, publicada em 1774 foi uma das precursoras do romantismo. Este livro trazia intensidade emotiva sob a liberdade criativa do autor, além de outros aspectos fundamentais do Romantismo.

Além disso, o Romantismo literário tinha como uma de suas principais características uma evocação à Idade Média em seus temas. Neste caso, o autor almejava uma idealização que não correspondia à sociedade ou ao período em que vivia realmente. Esta característica é conhecida como Espírito de evasão. Porém, esta referência medieval do romantismo era sob uma perspectiva idealizada. Isto é, buscava resgatar valores como honra e valentia que, na visão do escritor, eram comuns no período medieval.

Horace Walpole (O Castelo de Otranto - 1765) também abordou a Idade Média, mas diferentemente da “idealização positiva” de outros românticos, o fez através de uma visão soturna de cenários decadentes (como castelos em ruínas) que impunham um clima de mistério e terror sobrenatural ao leitor. Foi este conceito de terror e sobrenatural, entre outros elementos usados, que passou a ser classificado como Gothic Novel. Neste caso, o termo Gothic é aplicado como sinônimo de obscuro ou medieval. Ainda, Literary Gothicism, que no Brasil seria conhecido como Romance Gótico ou Literatura Gótica, teria grande influência no ultra-romantismo brasileiro. Os termos Gothicism ou Goticismo devem ser associados apenas à Literatura.

Nas últimas décadas do século XVIII emergiram escritores como Ann Radcliffe, autora de Os Mistérios de Udolpho e a poesia de William Blake com Canções da Experiência e da Inocência (ambos em 1794), além de Frankenstein, de Mary Shelley, já no início do século XIX. Até as décadas de 30 e 40, o romantismo ainda figura como a principal orientação da produção artística. Essa tendência romântica atinge também a moda, hábitos e costumes da sociedade. Na França, por exemplo, há um resgate de elementos do vestuário, linguagem e costumes do período anterior à Revolução. Na Inglaterra, o Literary Gothicism ressurge na era vitoriana entre a burguesia.

Ainda na primeira metade do século, tem início o Romantismo brasileiro.

A obra Suspiros Poéticos e Saudades (1836) de Gonçalves de Magalhãesé considerada a precursora desse estilo literário no Brasil. O Romantismo no Brasil estende-se “oficialmente” até 1880 e divide-se em três gerações: Nacionalista, Ultra-romântica e Condoreira.

Na segunda metade do século XIX surgiram outros movimentos que influenciaram várias expressões artísticas. O Esteticismo com o conceito de auto-suficiência da arte (arte pela arte), sem que esta sofresse interferência de outros valores, como sociais, religiosos ou políticos.

O parnasianismo, essencialmente literário, que reagia aos excessos
românticos e negava o subjetivismo, baseando-se no domínio da razão e nos ideais voltados para o belo. Também em reação aos excessos do Romantismo, surge o Realismo e o Naturalismo. No Brasil temos uma transição gradual, com autores como Machado de Assis, autor de “Memórias Póstumas de Brás Cubas” (1881) e inúmeros outros clássicos reconhecidos internacionalmente.

• O Simbolismo
O Simbolismo, surgido na França na segunda metade do século XIX,caracteriza-se pelo subjetivismo, individualismo e misticismo; rejeitando valores do realismo e naturalismo como a abordagem social. Artes plásticas, teatro e, principalmente, Literatura, são orientadas pelas tendências simbolistas.

No Simbolismo literário rejeitava-se as formas parnasianas e
valorizava-se a sugestão sutil das idéias, usando as metáforas como um de seus principais recursos. Ao mesmo tempo em que o Simbolismo criticava os excessos românticos, fazia uso de certos elementos deste, como o próprio subjetivismo. O Manifesto Simbolista (1886), de Jean Moreas, declara a poesia simbolista “inimiga do ensino, da declamação, da falsa sensibilidade, da descrição objetiva”.

O ensaio de Poe, The Philosophy of Composition (1846) influenciaria também as teorias de Baudelaire, que por sua vez agiu diretamente sobre Mallarmé. A obra de Poe também se faz atuante sobre Rimbaud e Oscar Wilde e ainda sobre o Modernismo do início do século XX. Através de sua obra, As Flores do Mal (1857), Baudelaire passou a ser considerado o precursor do simbolismo literário.

Há ainda, o Decadentismo, no qual abandona o conceito de objetividade realista e volta-se às realidades interiores e subjetivas, compondo também a corrente simbolista. Porém, segundo Fernando Pessoa, esses movimentos, especialmente o decadentismo e o simbolismo, surgiram
do romantismo e eram “inversão das posições mentais da inteligência”.

O Modernismo
Neste momento, o pré-modernismo já sugeria os conceitos inovadores que se destacariam anos depois com a consolidação do Modernismo. A Belle Époque (aproximadamente 1900-1910), surgida na França, é resultado de um período otimista que se reflete nas artes, como o cinema, e nos níveis sociais, com o Cancan dos Cabarés e o glamouroso Moulin Rouge. Paris torna-se a capital mundial da cultura e os boulevards, livrarias e teatros consolidam a imagem da prosperidade intelectual e cultural francesa. Esta “atmosfera” entende-se até meados da década de 40 e consagrou um período ebulição cultural, política e social na Europa.

Nas primeiras décadas do século XX, Einstein anuncia a Teoria da
Relatividade, Santos Dumont voa com o 14 Bis, Auguste Lumière
concebe a fotografia colorida e, nas artes plásticas, surge o cubismo de Picasso e Braque. O escritor e teatrólogo francês, Antonin Artaud, é uma das figuras mais influentes no meio intelectual francês e europeu. Os movimentos vanguardistas, como o Art Nouveau na pintura e principalmente arquitetura, buscavam conceitos artísticos que representassem as novas tendências da humanidade, mas principalmente, uma reação aos valores europeus dos últimos três séculos, movidos pelas incertezas políticas e pela psicanálise de Freud.

O arquiteto Le Corbusier foi um dos destaques modernistas, enquanto na música, Stravinsky e Shoenberg são ícones do movimento, além de Debussy, Satie, Stockhausen, John Cage e outros. Na Literatura modernista, que de certa forma combinava-se com o Simbolismo, consagrou autores como T. S. Elliot, James Joyce, Fernando Pessoa , Apollinaire e Franz Kafka. A Staatliches Bauhaus, escola alemã de artes e arquitetura fundada em 1919, foi uma das maiores propagandistas e precursoras de movimentos vanguardistas até 1933, quando foi fechada pelo estado nazista na república de Weimar, sob a pena de “degenerar a arte pura” européia combinando-a com outras influências (orientais, por
exemplo). Sendo esse conceito exatamente o oposto dos ideais fascistas que promulgavam a superioridade dos europeus.

• Expressionismo
O Expressionismo surge em 1905, mas ganha força após a primeira
Guerra. O Expressionismo busca retratar a realidade com as proporções sentidas, não apenas reproduzir a realidade. Assim como o Cubismo busca mostrar vários pontos de vista em vários tempos, o Expressionismo também vem afirmar esteticamente que não existe uma realidade única. De certa forma, compartilha características comuns com o romantismo, como o subjetivismo, além do cubismo e simbolismo, e soa como uma reação artística à primeira grande guerra. Nesse momento, há também uma influência das artes africanas e orientais dentro do contexto europeu.

O norueguês Edvard Munch é um dos precursores do expressionismo e sua influência estenderia-se e tornaria-se uma das mais intensas nos anos seguintes do movimento. Vincent van Gogh, que cometeu suicídio em 1890, portanto, 15 anos antes do surgimento “oficial” do Expressionismo, também teve grande influência entre os pintores expressionistas.

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