† Saudações sombrias nobres almas k visitam meu humilde jazigo †
Espero k se encontrem bem :D
Obrigado a quem tem comentado !
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Hoje é noite de Halloween e então dedico o post de hoje a este dia.
Vou postar alguns contos assustadores
huhUhuhUhuHuhUhu
:p
1º conto
O Gato Negro da Meia-Noite
Durante uma noite inteira de Inverno, erma e sombria, caminhava eu pelas ruas da cidade sem vida. O véu negro da escuridão nocturna cobria os céus, mas não a lua, que iluminava o caminho. Pensamentos tristes oprimiam-me o espírito, juntamente com a solidão sepulcral da noite profunda. O silêncio parecia eterno, quando o ressoar dos sinos chegaram-me aos ouvidos, anunciando a meia-noite. No mesmo instante, revelou-se ao meu lado o vulto negro de um gato. Enorme, de soleníssima beleza, com pêlo negro brilhante ao luar, veio-me fazer companhia. Olhava-me ele com olhos brilhantes, parecendo lançar-me um feitiço, parecendo querer possuir-se do meu espírito e dos meus sentimentos mais obscuros. Caminhava ele em passos lentos, como eu. Caminhava ele em imortal solidão. Seguia-me os passos, ele, o lúgubre gato, numa caminhada incessante, que muito me irritava o espírito só. Assim, continuei caminhando e, assim, continuou vagueando o gato durante horas, como eu. Até certo ponto em que me cansei daquela companhia monótona. Retirei um canivete que trago comigo no bolso; de seguida, ergui o gato com uma das mãos e cravei-lhe a minha arma no seu coração; este caiu morto no chão. Como eu.
2º conto
O dia da Meia-Noite
Numa cidade do interior, conta-se um "mito", que segundo os moradores não é ficção, mas sim realidade. Na década de 60, uma enfermeira, filha de um grande fazendeiro, iria casar-se. Linda era a senhorita, cabelos negros e longos, pele morena, corpo de violão, rosto de anjo, lábios carnudos e sensuais. O seu noivo, um rapaz da cidade grande, segundo boatos, estaria mais interessado nas fazendas da família, do que na voluptuosa senhorita. Chegado o grande dia, tudo estava certo: Uma grande festa na fazenda, a capela já estava ornamentada e o padre preparava-se bebendo "alguns" cálices de vinho. Os convidados chegavam aos poucos, e o comentário era que os noivos viajariam para a Europa em lua-de-mel. No grande momento, eis que entra na capela, a linda noiva, deslumbrando beleza e felicidade. Mas o noivo ao vê-la, corre e no meio da capela grita: - "Sinto Muito! Não a Amo. E as fazendas do seu pai não são suficientes para comprar este casamento." De seguida o noivo foge e a pobre donzela, aos prantos, tranca-se no seu quarto. Pela manhã, ao arrombarem a porta, deparam-se com uma cena horrorosa: A noiva, nua, só de véu e grinalda enforcara-se com lençóis. Estava pendurada no lustre do seu quarto. A data do casamento: 20 de Maio. Conta-se que até hoje, nesta mesma data, à meia noite, a linda noiva aparece, nua, cavalgando pelas ruas da pequena cidade, dando gritos de horror e desespero!
3º conto
As flores da Morte
Conta-se que uma moça estava muito doente e teve que ser internada num hospital. Desenganada pelos médicos, a família não queria que a moça soubesse que iria morrer. Todos os seus amigos já sabiam. Menos ela. E para toda a gente que ela perguntava se ia morrer, a afirmação era negada. Depois de muito receber visitas, ela pediu durante uma oração que lhe enviassem flores. Queria rosas brancas se fosse voltar para casa, rosas amarelas se fosse ficar mais um tempo no hospital e estivesse em estado grave, e rosas vermelhas se a sua morte estivesse próxima. Certa hora, bate à porta do seu quarto uma mulher e entrega à mãe da moça um ramo de rosas vermelhas murchas e sem vida. A mulher identifica-se como "Mãe da Berenice". Nesse meio de tempo, a moça que estava dormindo acordou, e a mãe avisou-lhe que a mulher tinha deixado o ramo de rosas, sem saber do pedido da filha feito em oração. Ela ficou com uma cara de espanto quando foi informada pela mãe que quem tinha levado as rosas era a Mãe da Berenice. A única coisa que a moça conseguiu responder era que a Mãe da Berenice estava morta há 10 anos. A moça morreu naquela mesma noite. No hospital ninguém viu a tal mulher entrando ou saindo.
4º conto
A transa cluel
Numa garagem alugada duma pensão, morava Alex. Um rapaz viciado em jogos de vídeo, que não aguentava mais a rotina. Ele tinha as unhas compridas grossas e muito bem cuidadas, o que não era fácil encontrar no seu bairro. Todas as manhãs levantava-se, mal-humorado, preparava o seu café, e comia um pão amanhecido duro com muita manteiga. Logo após, ia para o trabalho. Não gostava do seu emprego, era Açougueiro. Todos os dias Alex abatia os animais no seu trabalho, e sujava de sangue bovino, a sua capa já velha e sem botões. Cansado de tanta monotonia, Alex, que tinha apenas 22 anos, após uma derrota ofensiva no jogo de vídeo, resolve distrair-se numa noite de Sábado, num barzinho popular do seu bairro. Como não tinha amigos, foi sozinho para o local à procura de companhia. Chegando lá, Alex avistou uma moça muito bonita pela qual se interessou... Ela era morena, tinha os cabelos compridos e enrolados, e estava com um vestido preto com um decote ousado. Alex não teve duvidas e resolveu ir conversar com ela. Aproximou-se da mesa já suja de vinho e começou a conversa:
- Posso-me sentar?
- Porque não?
Alex sorri e diz:
- Belo vestido... está sozinha? Qual é o seu nome?
- Obrigada... Você tem umas belas unhas. O meu nome é Samanta, eu estou esperando uma amiga minha mas acho que ela não vem... E o seu qual é?
Alex não costumava dizer o seu verdadeiro nome para as garotas, e sim o nick que ele usava nos seus jogos...
- O meu nome é... Thunder...
Após umas goladas de vinhos e olhares audaciosos, Alex diz:
- Não queres ir para um lugar mais sossegado?
- Como assim?
- Vamos que eu mostro-te...
Após pagar a conta, Alex pega na mão de Samanta e leva-a para uma ruazinha... Numa rua escura e gelada pela qual o sereno geava e tomava conta dos seus cantos... Nada, nenhum som sequer, apenas o ecoar do vento. Ao chegar, Alex encosta Samanta delicadamente numa parede, dá-lhe um beijo doce e assim ele vai tomando conta dela. Ele começa então a passar delicadamente a mão nas suas nádegas e suavemente começa a subir e passa a mão nos seus seios. Samanta já envolvida, entrega-se cada vez mais a ele. Ele então, começa a passar a mão nas suas coxas e chega à sua vagina. Samanta já estava louca, querendo cada vez mais que Alex se aproveitasse da situação. Ele num acto repentino e brutal, rasga o vestido de Samanta, ela vira-se logo e tira as cuecas rendadas rosa que tinha, rapidamente ele abre o fecho das suas calças e penetra profundamente no ser de Samanta. Ele começa repentinamente a pegar nos seios dela e apertar com muita força. Ela gemendo de prazer, sussurra: Vai Thunder...
Isso faz-lhe lembrar a sua derrota... Ele brutalmente começa a esmagar os grandes e rígidos seios dela, as suas unhas penetravam na sua carne como nas das bovinas do açougue, e ele assim, com tamanha força e crueldade, conseguia que o sangue jorrasse pelo corpo de Samanta... Ela já sem fôlego, já não gritava de prazer, mas sim de dor e ele com um ar de satisfação, apertava cada vez mais os seios dela... Ele repentinamente vira-a para a frente, e então crava o seu polegar no pescoço dela... Assim é aberta então, uma cavidade no pescoço dela, e ele num acto incomum, suga o sangue do pescoço dela e lambe os seus seios... Ela não resiste e após perder muito sangue morre. Após mais meia hora de prazer com o cadáver, Alex leva Samanta para casa dele e costura o vestido ao corpo dela... só então, a pega pelos braços e a joga em frente da porta de uma loja de jogos. Após este dia, ele sai todos os fins de semana com uma agulha e uma linha na carteira...
Espero que tenham gostado dos contos :p
E não tenho mais nada a dizer...
Já me vieram bater à porta a pedir doces :o
:X
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Amo-Te MigueL AngeLo «3
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Montagem feita pelo meu mais que tudo @@@@@@@
Amo-te doce :D
Obrigado pela montagem :$
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Sem mais nada a dizer...
Comentem se quiserem...
Fiquem bem
Bjs
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Quero agradecer a todos os que têm comentado o meu refúgio! Nada mais a dizer...
††-->MaLuKa_PSC<--††
»-(¯`v´¯)-» MaLuKa_PSC «-(¯`v´¯)-«
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