A boca cálida calada
O olhar à murmurar
Palavras soletradas
Enlaçadas, apagadas
Lançadas com furor no ar
Não era riso aquele brilho
Pouco menos dolorido
O conter por não pudor
Era ironia rasgada
Aos poucos desvelada
Num violento silêncio de dor
(Márcia Oliveira)
Paz no coração de todos, alegria e o dom de AMAR!