Uma flamejante espada dos tempos antigos
Minhas mãos deviam ser garras em volta da ponta
E o feiticeiro maldoso encanta vosso abrigo
Minha vida é um amargor de eternas noites
E eu tomo esse maltido copo de sangue
de qualquer vida humana
para mais um dia ou para sempre
ou o dono assasino é a morte
Se eu pular para sustentar claramente isso
Eu amo o frio, que nunca vai saber
quanto a espada retornar na minha vida
E guiara minhas mãos pra um maldoso amigo
A ultima palavra que eu disse pra lhe advertir agora
não será tocada pela espada
Se esse sangue nunca parar de escorrer,
de qualquer vivo homem
As lutas terão uma multidão vitoriosa
mas nunca eu saberei
Quando minha força cruxificada novamente
E quando eu me perdi pela espada.
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(Ocul†os)