Feed do eFlog odealoucura http://flog.clickgratis.com.br/odealoucura Feed com as últimas 10 atualizações do eFlog odealoucura. pt-br http://files.eflog.net/sobre/odealoucura.jpg odealoucura http://flog.clickgratis.com.br/odealoucura/ Voltaremos com a nossa programação normal... http://flog.clickgratis.com.br/odealoucura/304428 Desculpa pessoal....o servidor deu uma mega pane esses dias e desconfigurou quase tudo....Tô meio gripadinha e enloquecida com a faculdade...No fim de semana eu volto e arrumo tudinho,blz?? Valeuzão! 2008-10-24 02:21:45 EM COMUM... http://flog.clickgratis.com.br/odealoucura/303942 Algumas atitudes valem mais que mil post´s...hehehe...então deixo já o meu recado!!! "Amo todos os detalhes...os detalhes do que somos juntos." Ode HOMENAGEM À BONITO!! PRA NÃO DIZER QUE NÃO FALEI EM FLORES...RS 2008-10-12 23:30:11 Merchandising... http://flog.clickgratis.com.br/odealoucura/303851 Oie!!Olha só...Para comemorar o níver de um ano do flog "Odealoucura" e a incrível continuidade dos post´s(he), Ode resolveu "dar a luz" a mais um efloguinho: SobreHumanas. E como propaganda é a alma do negócio...hehe...E toda mãe coruja adora apresentar o filhote... SobreHumanas é na verdade mais um espaço que estou reservando para postar material e discussões em torno da área na qual estou em formação... Quero construir esse espaço com a colaboração de todos que assim desejarem,e tiverem algo de interessante para compartilhar...Os comentários estarão sempre disponíveis para discutirmos os temas... Sem formalidades, mas com conteúdo, digamos mais didático e específico, vou postar aqui links de livros(até que alguma editora me processe,rs), revistas,artigos,videos,documentários,filmes, resenhas,agenda de seminários,congressos e colóquios,e etc,etc,etc... Tudo que for possível, e de interesse, sobre artes,filosofia, história, geografia,antropologia,publicidade,ciências,humani dades e afins...enfim... Tudo sobre humanos...Sobre Humanas! Sejam bem vindo(a)s!!!!!!!! CLIQUE AQUI:http://flog.clickgratis.com.br/sobrehumanas "História humana na essência é história das idéias." - Herbert George Wells 2008-10-10 00:21:15 Peace of me ... http://flog.clickgratis.com.br/odealoucura/302768 "Calarei os maldizentes continuando a viver bem; eis o melhor uso que podemos fazer da maledicência." Platão 2008-09-23 22:12:11 A gramática do amor... http://flog.clickgratis.com.br/odealoucura/294906 Era a terceira vez que aquele substantivo e aquele artigo se encontravam no elevador. Um substantivo masculino, com um aspecto plural, com alguns anos bem vividos pelas preposições da vida. E o artigo era bem definido, feminino, singular: era ainda novinha, mas com um maravilhoso predicado nominal. Era ingênua, silábica, um pouco átona, até ao contrário dele: um sujeito oculto, com todos os vícios de linguagem, fanáticos por leituras e filmes ortográficos. O substantivo gostou dessa situação: os dois sozinhos, num lugar sem ninguém ver e ouvir. E sem perder essa oportunidade, começou a se insinuar, a perguntar, a conversar. O artigo feminino deixou as reticências de lado, e permitiu esse pequeno índice. De repente, o elevador pára, só com os dois lá dentro: ótimo, pensou o substantivo, mais um bom motivo para provocar alguns sinônimos. Pouco tempo depois, já estavam bem entre parênteses, quando o elevador recomeça a se movimentar: só que em vez de descer, sobe e pára justamente no andar do substantivo. Ele usou de toda a sua flexão verbal, e entrou com ela em seu aposto. Ligou o fonema, e ficaram alguns instantes em silêncio, ouvindo uma fonética clássica, bem suave e gostosa. Prepararam uma sintaxe dupla para ele e um hiato com gelo para ela. Ficaram conversando, sentados num vocativo, quando ele começou outra vez a se insinuar. Ela foi deixando, ele foi usando seu forte adjunto adverbial, e rapidamente chegaram a um imperativo, todos os vocábulos diziam que iriam terminar num transitivo direto. Começaram a se aproximar, ela tremendo de vocabulário, e ele sentindo seu ditongo crescente: se abraçaram, numa pontuação tão minúscula, que nem um período simples passaria entre os dois. Estavam nessa ênclise quando ela confessou que ainda era vírgula; ele não perdeu o ritmo e sugeriu uma ou outra soletrada em seu apóstrofo. É claro que ela se deixou levar por essas palavras, estava totalmente oxítona às vontades dele, e foram para o comum de dois gêneros. Ela totalmente voz passiva, ele voz ativa. Entre beijos, carícias, parônimos e substantivos, ele foi avançando cada vez mais: ficaram uns minutos nessa próclise, e ele, com todo o seu predicativo do objeto, ia tomando conta. Estavam na posição de primeira e segunda pessoa do singular, ela era um perfeito agente da passiva, ele todo paroxítono, sentindo o pronome do seu grande travessão forçando aquele hífen ainda singular. Nisso a porta abriu repentinamente. Era o verbo auxiliar do edifício. Ele tinha percebido tudo, e entrou dando conjunções e adjetivos nos dois, que se encolheram gramaticalmente, cheios de preposições, locuções e exclamativas. Mas ao ver aquele corpo jovem, numa acentuação tônica, ou melhor, subtônica, o verbo auxiliar diminuiu seus advérbios e declarou o seu particípio na história. Os dois se olharam, e viram que isso era melhor do que uma metáfora por todo o edifício. O verbo auxiliar se entusiasmou e mostrou o seu adjunto adnominal. Que loucura, minha gente. Aquilo não era nem comparativo: era um superlativo absoluto. Foi se aproximando dos dois, com aquela coisa maiúscula, com aquele predicativo do sujeito apontado para seus objetos. Foi chegando cada vez mais perto, comparando o ditongo do substantivo ao seu tritongo, propondo claramente uma mesóclise-a-trois. Só que as condições eram estas: enquanto abusava de um ditongo nasal, penetraria ao gerúndio do substantivo, e culminaria com um complemento verbal no artigo feminino. O substantivo, vendo que poderia se transformar num artigo indefinido depois dessa, pensando em seu infinitivo, resolveu colocar um ponto final na história: agarrou o verbo auxiliar pelo seu conectivo, jogou-o pela janela e voltou ao seu trema, cada vez mais fiel à língua portuguesa, com o artigo feminino colocado em conjunção coordenativa conclusiva. Fonte:Spam do e-mail,heheheheeh 2008-05-27 10:00:08 In OFF... http://flog.clickgratis.com.br/odealoucura/293656 Não tenho escrito muito ultimamente.Tenho muitas coisas a escrever,mas tem tantas outras me afastando de uma folha de papel, que tenho adiado novos colóquios.Rs.Então tenho lido muita coisa da internet(cada coisa intangível,inclusive,rs)!!Algumas valem a pena compartilhar... "Lembro-me do meu primeiro amor. Nosso primeiro beijo foi uma delícia, mas ele nem acreditou que fosse o meu primeiro beijo. Brigou muito comigo, queria saber com quem eu tinha aprendido a beijar e, assim, passou a ser a minha primeira decepção. Algum tempo depois, encontrei o meu primeiro amor. Esse sim foi o primeiro. Uau! Fomos ao ápice do amor, e mesmo sangrando ele não acreditou que fosse a minha primeira vez. Brigou muito comigo, quase obrigando-me a confessar que o primeiro havia sido o meu ex-primeiro-amor. E, assim, passou a ser a minha segunda decepção. Daí em diante, tive muitos primeiros amores e nenhuma decepção, pois eu já conhecia os homens e sua terrível mania de não acreditarem em si mesmos." Fonte:palpiteira.wordpress.com/2007/08/26/amores/ P.S:Ocultos, roubei uma fig do seu flog,valeu??rs.Bjos 2008-05-03 14:10:41 TPC...é preciso ter coragem!!rs http://flog.clickgratis.com.br/odealoucura/292578 Dia de "TPC" é dia de dieta suicida(sorvete,mousse,pizza,pouca água e várias idas à cozinha!), muitas visitas à bocão(heh) e aquela desorientação momentânea que me deixa enlouquecida!!Louca é pouco...dá um friozinho na barriga...um medinho no coração... Ai eu me lembro que tudo é possivel, e que Ode só precisa de tranquilidade e fé... Coragem,ode,coragem!!! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk 2008-04-12 12:39:34 Go to HELL!!!!!!!!!!!! http://flog.clickgratis.com.br/odealoucura/290992 Depois de ler a capa de uma jornal tão elucidativo,coerente, com intensas bases científicas em toda a sua estrutura argumentativa, além de um vocabulário rebuscado, eu te pergunto: quem realmente propaga a cultura do demo?? E vc anda ouvindo vozes satânicas no seu Mp4?? Eu vou pro inferno e que é mais divertido, e menos hipócrita....rsrs.AH!E para quem quiser me financiar uma visitinha ao capeta,tem show dw Ozzy em abril a R$ 180!!Alguém?? 2008-03-11 16:38:37 Let´s GO!!! http://flog.clickgratis.com.br/odealoucura/289215 Vamos lá, para o dia nascer feliz... A persistência é o caminho do êxito Autor: Chaplin , Charles A perseverança é a mãe da boa sorte Autor: Cervantes , Miguel A dedicação contínua a um objectivo único consegue frequentemente superar o engenho Autor: Cícero , Marcus Perseverança não é uma corrida longa, são muitas corridas curtas, uma após a outra Autor: Elliot , Walter É porque se espalha o grão que a semente acaba por encontrar um terreno fértil Autor: Verne , Júlio 2008-02-07 10:58:24 Vc é íntimo de si mesmo?? http://flog.clickgratis.com.br/odealoucura/289035 Hj o post foi retirado de um site muito bacana http://www.cafeimpresso.com.br,dêem um pulinho lá!!Vale a pena ler,pensar,refletir... Vc é íntimo de si mesmo?? Conversa íntima Se você conseguisse ver o vento presumido no movimento circular das gaivotas, no desenho das nuvens, no farfalhar das árvores; se você conseguisse juntar todos esses dados dispersos numa espécie de visão mais sutil que desse densidade ao invisível sem lhe roubar a transparência. Mas não... A imaginação talvez seja um olho, um olho que você desaprendeu a usar e que hoje gasta em fabulações e devaneios, quando na verdade a imaginação deveria ser como um sexto sentido capaz de enriquecer a percepção que você tem do presente. Mas não... Você desperdiça a imaginação entre ressentimentos passados e futuras vinganças e deixa apodrecer o que de fato você tem: o corpo, esse outro nome do presente. Um cego, sim, um cego sabe usar melhor a imaginação do que você. Entende agora porque digo que a maior pobreza está em você e em você apenas? Você se apega a todas essas ilusões - nome, pátria, família, espelho - e aos poucos vai perdendo a intimidade com o corpo que é você. Nada existe de mais perfeito. E, no entanto... Chega a ser triste. Você diz ser dono de tanta coisa - seu carro, seu celular, sua casa, seu relógio, suas roupas - mas seu corpo a quem pertence? Onde fica a hipófise, você sabe? Sabe sequer que ela existe? Eu bem poderia estar simplesmente inventando um nome para testar sua ignorância de si mesmo. Ah! Tudo que você sabe de si é que agora tem fome. Você tem certeza que tem fome e precisa comer. Comer. Quando você era bem menino comer era a última coisa que importava. Comer e tomar banho. Mas era preciso crescer, eles diziam, os adultos. Então você começou a gostar de comer para ser adulto também. De comer e tomar banho. Hoje toda sua vida gira em torno da sua fome. Insaciável. E o banho é o seu único momento de intimidade. Isso é ser adulto: ter fome e tomar banho. Ah, sim! Ter um medo calculado da dor também é coisa de gente séria. Ela confere dignidade e grandeza àqueles que são capazes de suportá-la com o alarde próprio dos atores do cinema mudo. A pantomima da dor. É ela que concede a você licença para esse outro vício de adultos sem corpo: a opinião. E que terá tanto mais valor quando menos esperançada. Se você conseguisse ver o vento... Mas não, você está lendo agora algum desses gigolôs do apocalipse que pululam nos jornais. Você está tão compenetrado, movendo levemente os lábios como se rezasse. E cada minuto que passa é uma dose a mais de dúvida e ressentimento que se acumula no corpo onde definha sua alma. 2008-02-03 04:15:17