"São tantos aqueles que, embora entrando nas igrejas, nem sequer Me saúdam e não param um momento a adorar-Me."
"Eu quereria muitos guardas fiéis, prostrados diante dos Sacrários, para impedirem tantos e tantos crimes." (1934)
Durante os últimos 13 anos de vida, a Alexandrina alimentou-se apenas da Eucaristia.
"Faço que tu vivas só de Mim – confia-lhe Jesus – para provar ao mundo o que vale a Eucaristia e o que é a minha vida nas almas: luz e salvação para a humanidade." (1954)
Poucos meses antes de morrer, Nossa Senhora disse-lhe:
"Fala às almas! Fala-lhes da Eucaristia! Fala-lhes do Rosário! Que se alimentem da Carne do Corpo de Cristo e do alimento da oração: do meu Rosário, todos os dias." (1955)
Em 1935 foi mensageira de Jesus para a Consagração do mundo ao Imaculado Coração de Maria, solenemente efectuada por Pio XII em 1942.
Entre as paredes do seu quarto, a Alexandrina receberá multidões de pessoas que acolherá sempre sorrindo, não obstante os indizíveis e contínuos sofrimentos no corpo e no espírito.
O seu sorriso, tomado transparência do Céu, irradiação da Vida Divina, comoverá os corações das multidões que sairão daquele quarto, levando consigo a marca da mudança.
A 13 de Outubro de 1955, deu-se a passagem da Alexandrina da vida na terra à do Céu.
A 25 de Abril de 2004, a Igreja proclamou-a Beata para a glória de Deus e o júbilo de todos os seus filhos.