Outra mística. extraordinária, que começa a se impor à atenção do mundo, é a coreana Júlia Kim, casada, quatro filhos. Em Naju, onde vive, dirigia naquele tempo um salão de beleza, trabalho que devia interromper freqüentemente por problemas de saúde. De repente, depois de receber alta do hospital para ir morrer em casa, experimentou uma dramática cura física.
No dia 30 de julho de 1985, após uma série de visitas a pessoas idosas e doentes, chegou em casa pouco antes da meia-noite. Apesar de cansada, pôs-se a rezar o terço diante de uma estatueta da Virgem, quando viu descerem lágrimas dos olhos da imagem Acordou o marido, que constatou o fato. O fenômeno continuou nos dias seguintes. Mal a notícia se espalhou, começaram a afluir pessoas às dezenas, depois às centenas e aos milhares, o que demonstra o interesse suscitado num país onde pouco mais de quatro por cento da população é católica.
Mas o espanto aumentou ainda mais quando em 19, 20 e 21 de outubro do ano seguinte, as lágrimas passaram a ser de sangue e, posteriormente, de sangue e água misturadas.