Carne e sangue
A notoriedade maior de Júlia, porém, decorre do fato de a hóstia se transformar em verdadeira carne e sangue sobre sua língua. Um desses episódios nos vem assim relatado pelo Padre Laurentin. Em 1995, quando de uma peregrinação a Roma, ela participou com seu grupo de uma Missa celebrada pelo Papa em sua capela particular. Ao receber a comunhão, o insólito fenômeno se renovou. Sentindo que na boca a hóstia se transformara em carne e sangue, dirigiu-se ao secretário geral do bispado da Coréia, ali presente. Abre a boca e lhe mostra o que acontece, Ao lado encontra-se também um dos secretários do Papa. que discretamente a convida a se retirar para o fundo da capela, a fim de evitar qualquer agitação, justamente na hora da ação de graças. Depois da Missa, João Paulo II, como de costume, saúda a cada um dos presentes. Ao passar por Júlia, ela abre a boca, onde a carne e o sangue continuam visíveis. O Papa olha com surpresa, lhe estende a mão e continua adiante. De Júlia ele apenas sabia da imagem que chorava sangue, embora o fenômeno da hóstia se transformando em carne e sangue vivos já fosse conhecido na Coréia. (Sobre estes fenômenos existe um vídeo. com um relato completo sobre Júlia