Numa reunião do clero, o pároco Johan Park Tonitti a foto da Virgem com o rosto ensangüentado, acrescentando: "Eu acredito, porque vi diversas vezes a estátua derramar lá grimas". Os cépticos pediram que a imagem fosse recolhida uma sala da casa paroquial. As lágrimas foram enxugadas e o pano entregue à polícia, para a devida análise do sangue. Mas esta, simploriamente, mergulhou o pano em água com sabão e, por fim, o fez desaparecer.
Em 1987, a estátua foi reconduzida ao apartamento de Júlia, onde recomeçou a lacrimação: ora lágrimas naturais, ora de sangue. No dia 10 de maio, a Virgem chorou das 22 horas até as oito do dia seguinte. Em princípios de julho, as lágrimas começaram a aparecer diariamente. Eis a explicação de Júlia:
"A Virgem se queixa porque as pessoas, depois de demostrarem sinais de arrependimento, não perseveram, não fazem penitência, não se mortificam, não reparam, não rezam mais ou rezam pouco... Ela sofre também por causa dos erros que invadem o clero e contaminam as almas".
Essa imagem já chorou água e sangue durante mais de 700 dias, e recentemente transpirou óleo perfumado.
Júlia tem os estigmas visíveis nas mãos, e um acentuado perfume de rosas (que não raro permanece por vários meses) se desprende dos objetos por ela tocados.