Feed do eFlog umidades http://flog.clickgratis.com.br/umidades Feed com as últimas 10 atualizações do eFlog umidades. pt-br http://files.eflog.net/sobre/umidades.jpg umidades http://flog.clickgratis.com.br/umidades/ NA CARA DA PRIMA CHUPADORA http://flog.clickgratis.com.br/umidades/127071 Ela tinha ido passar o fim de semana na casa da tia. Sábado à noite, se arrumava pra sair, quando entra o primo no quarto. Ela estava só de calcinha, se maquiando. O primo chegou por trás, ela olhou pra ele pelo espelho e sorriu. Ele pegou nos peitos dela, abraçando-a por trás, encostando a pica dura nas costas dela, ainda dentro da roupa. Ela se virou, abriu a calça dele, tirou a pica da cueca e chupou. Os dois fodem sempre que se encontram. Antes dele dar a primeira metida do dia na xoxota da prima, a primeira esporrada foi na cara da putinha. Ela tinha acabado de tirar a pica da boca pra dar uma olhada na cabeça, quando veio o primeiro jato de porra. Mais três jatos cairam fora da boca, na cara, antes que ela conseguisse botar o pau na boca outra vez pra beber o leitinho do primo. Quando ele acabou de gozar, ela ainda ficou sugando devagarinho alguns minutos e rolando a pica na boca. Aí, ela pegou a porra que escorria no rosto com a mão e comeu. Ele colocou a prima de quatro, com as mãos na penteadeira, e enfiou a pica na xoxota. Ela gemeu e gozou logo. Ele continuou até esporrar outra vez, agora sem tirar o cacete do fundo da bucetinha molhada da prima safada. 2008-09-03 12:41:39 OUTRO SÍMBOLO http://flog.clickgratis.com.br/umidades/126093 A porra, a gozada, a esporrada, o leite que sai das picas, o mel que corre das bucetas - esse é o nosso principal assunto no blog. 2008-07-26 19:24:44 SÍMBOLO http://flog.clickgratis.com.br/umidades/126092 Nada representa tão bem nosso blog quanto uma buceta úmida, bem molhadinha. 2008-07-26 19:12:08 GOZADA NA MULHER DO VIZINHO http://flog.clickgratis.com.br/umidades/126090 A vizinha tocou a campainha. Com evidente malícia, perguntou se eu não tinha leite, que há muito tempo ela não provava um leite "diferente". Quando eu disse que sim, ela já estava com a mão no zíper de minha calça. Pôs a pica na boca, mamou, gemeu, punhetou e recebeu a esporrada. Depois me mostrou abrindo a boca. 2008-07-26 17:36:27 FOTONOVELA: Médicos desrespeitam paciente http://flog.clickgratis.com.br/umidades/126036 Foto 1 Vou contar pra vocês a história de um médico que conheço. Ele tem um amigo de infância, que lhe fez uma proposta imoral: o amigo pediu pra fingir de médico no consultório do outro. A idéia dele era que, sempre que aparecesse uma garota bonita, que valesse a pena, o médico de verdade o chamaria como se estivesse pedindo uma segunda opinião. Ele viria ao consultório, porque trabalha num escritório de advogado no mesmo prédio, e juntos “examinariam” a paciente. Claro que o médico rejeitou a proposta... por cinco minutos. Depois se excitou com a possibilidade e disse que sim. Combinaram que U*, o médico, chamaria W*, o falso, na primeira oportunidade. No mesmo dia, W* foi chamado ao consultório do amigo. Estava lá uma garota lindíssima, de short, já sem a blusa. O médico U* disse a W*: “Doutor, queria que me ajudasse com o caso dessa paciente. Ela veio pela consulta de rotina, sem nenhuma reclamação, mas penso ter visto um pequeno probleminha. Acho que está com uma reação alérgica múltipla.” “Sei”, disse o falso médico. “Dessas que se manifestam ao mesmo tempo em dois ou mais lugares”. “Exato”, disse o outro. “Veja aqui. Segure nos seios dela, enquanto eu vou tocar aqui embaixo. Veja se os bicos reagem ficando duros, por favor”. A garota olhou surpresa, mas confiou. Disse isso, desabotoou o short da garota e enfiou a mão. “Está endurecendo?”, perguntou ao falso médico. Agarrado nos seios da garota, massageando de leve e passando os dedos nos bicos, o outro respondeu: “Sinto que os peitos vão ficando mais duros e os bicos arrepiados. Mas você está pegando na vagina diretamente?” “Não, estou pegando por cima da calcinha”. “Então, coloque agora a mão sobre a vagina da paciente, doutor, afastando a calcinha. Vamos ver como reage”. “Coloquei”, disse o outro. “Mexa os dedos sobre os lábios”. “Estou mexendo”. “Sinto que os peitos estão reagindo de forma bem característica. Creio que você tem razão de suspeitar do problema. Mas, me diga, e os líquidos vaginais, como estão?” O médico verdadeiro, mexendo na xoxota da garota, respondeu: “Começa a minar. Sinto que já há uma boa quantidade de líquido”. “Ponha os dedos no meio da vagina, dentro dos lábios, por favor”. A garota deu um gemido e se envergonhou. “Fique tranqüila, que sua reação é típica. Sim doutor, os peitos seguem reagindo. A cada mexida que o senhor dá aí embaixo, sinto que os bicos endurecem mais. Vejo que a respiração dela também começa a se alterar. Agora, senhorita, faça o favor de abrir um pouco mais as pernas. Assim. Doutor, agora coloque um dedo na entrada da vagina e tente penetrar. Consegue com facilidade ou a entrada está seca?” O médico respondeu ao falso profissional: “Deixe-me ver. Estou com a ponta do dedo na entrada... Me parece bem lubrificada... Vou enfiar... Enfiei...” A garota fechou os olhos e abriu mais ainda as pernas. “Entrou com boa facilidade. Veja. Estou mexendo os dedos dentro da vagina e os dedos entram e saem facilmente. Olha, vou até o fundo e quase tiro os dedos e desliza muito bem. Vou tirar todo”. Quando ele disse isso, a garota segurou a mão dele na buceta e deu uma longa estremecida. “Creio que a paciente chegou ao orgasmo. Confirma doutor?”, peguntou o falso médico. “Sim”, disse o outro. “Aumentou bastante a viscosidade do líquido na vagina. A senhorita chegou ao orgasmo?” “Siiimm, siiim...”, disse ela meio envergonhada. “Vou pedir que a senhorita agora se levante”. (CONTINUA NA PRÓXIMA FOTO) 2008-07-21 14:04:55 FOTONOVELA: Médicos desrespeitam paciente http://flog.clickgratis.com.br/umidades/126035 Foto 2 “Doutor, quer ajudar nossa paciente a tirar o restante da roupa?”, perguntou o médico de verdade ao amigo. “Claro que sim”, disse o outro já puxando o short da garota pra baixo. A calcinha minúscula transparente ficou então visível. Aí o médico disse: “Colega, veja como estão os fundilhos de nossa paciente. Veja, por favor, se a umidade vaginal chegou a molhar a calcinha.” “Sim”, disse o falso médico apertando os fundos da calcinha contra a xoxota molhada. “Ponha o pé sobre a poltrona, por favor”, disse o médico. A garota fez isso. Aí o médico agarrou por trás os seios e apertou. O falso médico se ajoelhou de frente pra garota e enfiou dois dedos na xoxota, sem aviso nem preparação. A garota arregalou os olhos de surpresa e deu um grito. “Boa reação”, disse o médico de verdade agarrado aos seios da garota. Enquanto isso, o amigo dava dedadas na bucetinha e a garota não sabia o que pensar do exame, mas não sentiu forças pra reagir. O medico de verdade disse para o “colega”: “Quando você mexe os dedos aí embaixo, aqui no seio direito a gente sente um estremecimento. Creio que confirma o que estamos pensando sobre o problema da paciente. Quer ver, colega?” Trocaram de posição. (CONTINUA NA PRÓXIMA FOTO) 2008-07-21 14:04:00 FOTONOVELA: Médicos desrespeitam paciente http://flog.clickgratis.com.br/umidades/126034 Foto 3 Agora, o médico de verdade se ajoelhou e enfiou um dedo na xoxota da garota. O outro ficou agarrado ao peito. “Mexe os dedos”, disse o médico que estava nos seios. O outro mexeu, enfiou e tirou, girou os dedos dentro da xoxota, enquanto a garota rebolava e gemia. “É verdade”, disse o falso médico. “O peito se estremece com essa mexeção aí embaixo. Agora vamos fazer o contrário. Vou apertar o peito dela e você fica com o dedo parado. Queria, então, que a paciente tentasse apertar o dedo que está em sua vagina usando os músculos internos da, desculpe a expressão, xoxota”. Ela olhou espantada para o homem agarrado a seu peito, mas não teve como não apertar o dedo do outro. Até porque a xoxota era um rio só de porra e ela estava realmente excitada com a bolinação e nem sabia mais o que estava acontecendo. Só não queria era que parassem com o “exame”. Então ela disse, escolhendo as palavras: “Doutores, acho que vou outra vez ter um orgasmo. Agora... agora... Acho que gozei... O senhor sentiu aí embaixo, doutor?” “Sim. Meu dedo ficou bem molhado”. Aí retirou o dedo da xoxota e experimentou a viscosidade. “Parece muito boa”. E então disse: “Desculpe, não me leve a mal, mas faz parte dos procedimentos de exame experimentar o sabor do líquido, para avaliar a composição”. Lambeu o dedo e a garota estremeceu e deu uma rebolada. “Parece muito bem quanto ao sabor. Não quer provar, para dar sua opinião, colega? Sugiro que prove diretamente na vagina”. “Claro”, o outro disse e se abaixou e lambeu a xoxota da garota. Ela abriu bem as pernas e segurou a cabeça do “médico” enquanto se esfregava em sua boca. Gozou de novo e fechou os olhos. Não caiu porque o outro médico estava apoiado nela por trás e agarrado nos peitos. “Fique agora de quatro na poltrona, por favor, senhorita, e nos mostre as nádegas para prosseguir com o exame”, comandou o médico. Ela se debruçou, de joelhos na poltrona. (CONTINUA NA PRÓXIMA FOTO) 2008-07-21 14:02:59 FOTONOVELA: Médicos desrespeitam paciente http://flog.clickgratis.com.br/umidades/126033 Foto 4 “Abra o máximo possível as pernas, por favor”. Ela fez isso e ele abriu as nádegas dela com as duas mãos. Aí o amigo veio por trás, mexeu o dedo indicador no meio dos lábios da xoxota até que ficasse bem lubrificado e o enfiou de uma vez no cu da garota. Ela gritou e abriu outra vez os olhos pela surpresa. “O ânus é estreito, com paredes firmes, pregas fechadas”, ia falando enquanto movia o dedo para dentro e para fora do buraquinho traseiro da paciente. “A senhorita faz bem em manter bem depilada a região traseira. Facilita o uso sexual de seus orifícios, o que é bom pra sua saúde. Pelo que vejo a senhora faz pouco sexo anal, não é verdade?” “Por que o senhor diz isso? Claro que não faço sexo anal de jeito nenhum. Sou virgem aí”. “Digo, porque vejo que não repele meu dedo, o que indica que a senhora tem prazer com a estimulação do ânus. Não é assim?” “Siiimmm... Mas meus namorados nunca insistiram o bastante. Pedem uma vez, eu digo não e eles não insistem. Por isso nunca dei pra ninguém meu ânus”. “Isso não é bom”, disse o falso médico. “Por quê?”, ela perguntou. “Porque se a senhorita tem vontade, deve se satisfazer. E como vai sua vida sexual de maneira geral?” “Na vagina, sempre faço.” “Com quem?, desculpe a pergunta”, disse o médico. “Com o namorado”. “Só com ele? Isso não é bom”. “Bem, não só com ele. Às vezes faço com meu primo, com um colega de faculdade e com dois vizinhos”. “E como são os pênis deles? Grossos? E eles dão prazer à senhorita?” “Não sei como dizer, porque não tenho muita experiência. Não sei se são grandes ou pequenos. Será que não podíamos fazer uma comparação prática?”, perguntou ela. “Como?” “Os senhores não poderiam me mostrar os pênis só pra que eu possa dizer como são os outros? Espero que não se incomodem de fazer esse favor”. “Claro. Claro”, disse o falso médico. “Claro que a gente faz isso”. Os dois tiraram toda a roupa e mostraram as picas pra ela. (CONTINUA NA PRÓXIMA FOTO) 2008-07-21 14:02:04 FOTONOVELA: Médicos desrespeitam paciente http://flog.clickgratis.com.br/umidades/126032 Foto 5 Aí ela veio pra mais perto deles. “Posso?”, perguntou tocando nas picas. “Vá em frente”. Ela agarrou as duas, mexeu nelas, bateu punheta. “Que é pra ver pela pegada se são diferentes das que eu uso em minha vida sexual”. Continuou punhetando os dois e disse: “Bem, os pênis de vocês são bem duros e quentes. Só o do meu primo é maior. Ele é dono de um membro bem grande e grosso, e me dá muito prazer. Por isso é com ele com quem eu mais tenho relações sexuais”. Então ela colocou um e outro na boca. “Pra sentir como é na boca”, ela disse. “Entendemos”, disse o médico. “Que tal se vocês jogassem um pouco de sêmen em minha boca, pra eu avaliar o sabor, pra poder comparar melhor. Pode ser? Então vou aumentar a velocidade da masturbação e das sugadas”. Disse e fez. Daí a pouco, o falso médico disse: “Vou gozaaaaarrrrr...” E esporrou. “Desculpe a linguagem”, ele disse. “Por favor, não tem importância”, ela disse. “Acho até melhor falar assim diretamente”. Em seguida o médico de verdade gritou: “Agora sou eu. Vou gozar... vou gozar... vou gozar... estou gozando!... estou gozando!... apara... apara, putinha... desculpe... “ Ela disse: “A segunda descarga foi mais doce, mas o primeiro também tem um esperma delicioso. O do meu namorado é um pouco mais ácido, mas já me acostumei com ele, que engulo todo dia. Os outros são normais. Só meu primo do pau grande é que tem uma particularidade muito gostosa: ele goza um litro de cada vez. É uma maravilha. Adoro chupar o pênis dele. Quer dizer, a pica dele, pra falar uma linguagem mais agradável”. “Então vamos completar o teste prático, para que você possa nos dar uma conclusão sobre as picas com as quais fode no dia-a-dia. Fique de novo de joelhos na poltrona”. Ela ficou. O falso médico foi pela frente e pôs a pica na boca da paciente. O médico de verdade meteu a pica na xoxota. Quando começaram a se movimentar, as duas picas duras martelando com força, o médico enfiou também um dedo no cu dela e a garota gritou de olhos de novo bem arregalados: “O senhor está arrombando meu cuzinho. Ai, que exame malvado esse de vocês. Que médicos mais abusados são vocês”. Dizia isso rebolando na pica atolada na buceta, no dedo enfiado até o talo no cu e na pica que entrava e saía da boca. Os "doutores" gozaram umas quatro vezes cada um, inclusive no cu da paciente, que disse que teria que voltar outro dia, depois de passar de novo por todas as picas com que fudia normalmente, pra poder chegar a uma conclusão acertada. Marcaram outra consulta pra daí a uma semana. (FIM) 2008-07-21 14:00:26 O BOY E A MULHER DO COLEGA DE TRABALHO http://flog.clickgratis.com.br/umidades/126021 A mulher de um colega de trabalho sempre esteve de olho no boy da empresa. O próprio marido dela me contou, já que somos muito amigos, que se sentia incomodado pela maneira como ela olhava pro garoto e que já tinha tido várias discussões com ela por causa disso. Mas que agora tinha resolvido dar um presente de reconciliação pra ela. Perguntou se eu não podia arranjar pro garoto ficar com ela, sem que ela soubesse que ele, o marido, sabia. Eu disse que ia fazer o possível. Chamei o boy e disse: “Já percebeu o tanto que a J* olha pra você, não é?” “Não há como não perceber. Tanto que meu pau sobe quando ela está por perto e ela já notou e aí é que não tira mesmo os olhos de mim. Por que? Será que o A* já sabe?” “Sabe, sim, mas isso não é problema seu. O que quero saber é o seguinte: tem tesão nela?” “Ô, meu, que pergunta idiota é essa? Claro que sim, que ela é a maior gata. Tesão enorme que penso nela direto. Agora mesmo tô ficando de pau duro só de pensar”. “Então, presta atenção”, eu disse, “porque ela é minha amiga e vou arranjar pra que possa ficar com você. Só tem que ser discreto e esperar que vou ver se trago ela amanhã aqui.” “Aqui?!” “Sim, fique tranqüilo. Amanhã é dia de reunião geral e vou dizer que não posso participar, porque tenho um compromisso. E que preciso de levar você comigo. Como todo mundo vai estar na sala de reunião, ficamos com condição de fazer tudo aqui mesmo. Certo?” “Claro que sim”. Disse então para A* que não estivesse em casa naquele dia das sete às oito da noite, que eu ia passar na casa dele pra combinar com ela. Ele disse que ficasse tranqüilo que ia estar fora até meia-noite. Fui lá e realmente ela estava sozinha. Abriu a porta vestindo já uma camisola. “Vi que era você e nem troquei de roupa. Espero que não se importe de que eu esteja com tão pouca roupa”, ela disse. Eu disse: “Claro que não. Fique à vontade.” Sentamos no sofá, eu num lado e ela no outro. Ela ficou de lado e pôs as duas pernas em cima do sofá, virada pra mim. Procurando ficar mais cômoda, encolheu as pernas, colocou os pés embaixo da bunda e não tinha como evitar que eu visse um pedaço da calcinha branca. Fiquei incomodado e o pau subiu na hora. Mas me concentrei no que estava ali pra fazer. Disse: “J*, posso falar bem francamente com você sobre um assunto de sua intimidade?” “Claro”, ela disse, demonstrando surpresa pela pergunta. “Vou direto ao assunto: sei que anda de olho no boy da empresa, não é mesmo? Não se preocupe em negar, que sei que é verdade. Não se preocupe. Sei também que o A* já andou brigando com você por isso, mas fique tranqüila.” Ela não negou. “O garoto também anda doido por você e, como amigo seu e com pena do rapaz, resolvi dar uma de alcoviteiro e acertar alguma coisa pra vocês. Que acha?” “Como assim? Não estou entendendo. Está me dizendo que está aqui pra acertar um encontro meu com o T*?” “Isso mesmo”. “Tá maluco? E A*?” “Não se preocupe. Amanhã é dia de reunião geral e já arranjei pra que o boy possa ficar com você lá mesmo”. “Lá na empresa? Acho que você tá maluco mesmo”. Eu ri e continuei: “Não. Está tudo certo e não vai haver nenhum problema. A reunião dura quase três horas. É o tempo que vocês vão ter. Topa ou não?” Ela pensou e eu insisti: “Esteja lá às duas.” Ela se mexeu no sofá e abriu um pouco mais as pernas. Agora não só a calcinha como cabelinhos da xoxota estavam visíveis pra mim. Não disfarcei e cravei os olhos no meio das pernas dela. Ela percebeu e riu. “Que está olhando aí? Espere que vou buscar algo pra beber” Voltou com duas doses de uísque. Ficou na mesma posição de antes, só que agora sem calcinha. A xoxota brilhava e era fácil notar a quantidade de porra que já escorria entre os lábios da bucetinha. Ela disse: “Você acha mesmo que devo ir?” Ia falando e mexendo as pernas, esfregando uma na outra e abrindo ainda mais a buceta. “Acha que sempre que a gente tem vontade de fazer alguma coisa, deve fazer?” “Sem dúvida”, eu disse colocando o copo na mesinha de centro. Ela fez o mesmo e abriu as pernas o quanto podia. Me abaixei e lambi a xoxota dela. Salgadinha, a porra já dava pra encher a boca. Lambi bem e dei pequenas chupadas no grelo e nos lábios. A putinha se levantou e veio abrir minha calça. A pica saltou pra fora e ela abocanhou imediatamente. Me chupou ajoelhada, mas depois subiu no sofá e pôs a bunda em minha cara. Como não largou minha pica, fizemos um 69 animado. Gozou várias vezes em minha boca. Eu disse: “Vou gozar” e ela: “Vem, sacana, bem na minha garganta. Não desperdiça nem uma gota”. Jorrei minha porra na boca de J* e a putinha lambeu os lábios de prazer ao engolir meu leite. Ficou de quatro no tapete e meti a pica no rabinho dela. Comi a bunda apertada e descarreguei minha porra bem no fundo do cuzinho gostoso. Fui embora poucos minutos antes da volta do colega. No dia seguinte, o pessoal foi pra sala de reunião e eu fiquei com o boy em minha sala, fingindo que estávamos ocupados com alguma coisa. Pouco tempo depois ela chegou. Vestia uma saia curta bem rodada e uma blusa apertada, com um decote maravilhoso. Quando entrou, joguei sem falar nada ela nos braços do nervoso do boy. Os dois se beijaram, as mãos dele descendo desajeitadamente pelo corpo dela. “Façam de conta que não estou aqui”, eu disse. “Fico pra dar cobertura”. Eles não se importaram. Ela se abaixou e abriu calça dele. O pau que saiu da cueca era enorme e grosso. Ela olhou com muita satisfação e meteu a cabeça na boca. Chupou e chupou, as mãos dele apertando a cabeça dela em direção da pica. Antes que ele pudesse entender o que estava acontecendo, deu a primeira gozada. Como ela estava desprevenida, boa parte da porra caiu na mão dela que segurava a pica. O garoto gozou bastante. Ela não se fez de rogada e lambeu todo o leite que tinha caído na mão (foto). Quando terminou disse pra ele; “Saiba que não permito que uma gota de porra seja desperdiçado. Adoro o gosto de porra. Adoro. E você não vai ficar livre de mim hoje sem me dar de beber uma boas gozadas.” “Pode deixar, pode deixar”, disse ele já ajoelhado no meio das pernas dela e olhando pra calcinha minúscula que ainda estava lá. Ele tirou a calcinha dela, fez com que J* se sentasse numa mesa, bem na beirada, e abaixou-se sobre ela. Lambeu primeiro tudo que conseguiu. Lambeu a xoxota e depois foi pras pernas e lambeu desde os dedos até a coxa. Engoliu as gozadas que ela ia dando. Depois pediu pra ela ficar de quatro na mesa. Aí lambeu a bunda virada pra ele. Abriu o cu e meteu a língua. Então pediu pra ela se recostar na mesa, bunda virada pra ele, e meteu o cacete na xoxota melecada. Gozou em seguida, tirou a pica pingando e ela veio secar com uma chupada. Essa hora eu já estava pra me acabar de punheta, mas ainda não podia interromper a diversão deles. Esperei que ele gozasse mais uma vez na xoxota dela. Quando ele tirou a pica, meti a minha, sem avisar. Ela olhou pra trás e sorriu. “Tava pensando que não ia participar”. Gozei na xoxota lotada de porra do boy, o que fez com que o leite jorrasse do buraquinho, quando retirei a pica. O garoto veio mais que depressa e colou a boca na xoxota. Dava pra ouvir de longe o barulho que fazia pra engolir a porra que descia dela. Quando ele terminou, preocupado com o tempo que já tinha passado, eu disse: “Escuta, acho bom você comer logo o cu dela, pra completar, porque o tempo tá correndo”. Os dois me olharam surpresos com a sugestão, mas fingi que não percebi. Fui pra perto dela, que ainda estava debruçada na mesa, e abri a bunda dela e perguntei pra ele: “Não estava pensando em deixar passar a oportunidade de comer um cu como esse, não é verdade?” O cu dela é muito bonito, as pregas clarinhas como o resto do corpo dela, só que um pouquinho mais rosadas. Mexi com um dedo na xoxota e lubrifiquei o buraquinho do cu. Quando tava bem melado, meti um dedo e ela gemeu. Aí chamei o garoto e disse: “É todo seu”. A cabeça demorou um pouquinho pra entrar, porque a cada tentativa dele, ela dava um quase grito. Até que eu fui pra frente dela e meti minha pica na boca da putinha: “Chupa meu pau que você se anestesia pro que está passando em seu traseiro”. Ela fez isso e na hora que estava começando a se ocupar com minha pica, relaxou as pregas e o garoto aproveitou pra atolar o cacete enorme dele no buraquinho. Ela gemeu, mas não gritou. O garoto martelou com vontade. Quando ele gozou no buraquinho dela, eu já tinha gozado em sua boca. Deixei que ela descansasse um pouco no sofá e depois levei ela pro banheiro. Com uma toalha molhada, limpei mais ou menos a xoxota e ela foi embora sem calcinha e muito feliz. 2008-07-20 22:15:21