Ah, o verão. A estação do amor, do amor à preguiça. A preguiça é tanta que nem pra passar o protetor solar direito as pessoas não prestam.
Depois, na hora de voltar à vida normal, ao escritório e ao trampo na firma, ganha aqueles apelidinhos apropriados para a ocasião: “camarão”, “cenourinha”, “estatueta do Oscar” e por aí vai.
E por mais que se fale, não adianta.
Todo ano, o número de gente que erra a mão no protetor solar é surpreendente. Se algum dos seus colegas de escritório voltou da praia hoje, vai até lá e preste sua homenagem a ele. Nada muito ostensivo: três tapinhas nas costas vão bastar e já servem como lição.